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Liderança Jovem: Como Preparar seu Time para se Tornar cada vez mais Autossuficiente?

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Lideranca jovem como preparar seu time para se tornar cada vez mais autossuficiente

 

“Não ande atrás de mim, talvez eu não saiba liderar. Não ande à minha frente, talvez eu não queira segui-lo. Ande ao meu lado para que possamos caminhar juntos”. Apesar de ser antigo, esse famoso provérbio indígena norte-americano traduz o tipo de liderança jovem que vem conquistando o mercado contemporâneo: consciente, democrático e inovador.

O conjunto de táticas utilizadas para passar de fase no jogo do videogame propiciou a formação de jovens líderes que não medem esforços quando o assunto é dominar diversos setores. São formadores de opinião, empáticos, altamente capacitados, proativos e estão sempre conectados e cheios de novas ideias, prontos para colocar em prática.

Se por um lado a imaturidade e a impulsividade atrapalham, por outro, contam com a oxigenação das estratégias, aliada à criatividade e o enfrentamento diante das situações que exigem a resolução imediata dos problemas. 

Portanto, esqueça a referência de chefe grisalho e carrancudo, porque os líderes que compõem as duas últimas gerações em nada se assemelham ao comando engessado e ditatorial que predominou por décadas. Aprenda agora com a liderança jovem a preparar seu time para se tornar cada vez mais autossuficiente.

ATUALIZANDO AS GERAÇÕES

Vamos começar do início: quem nasceu de 1985 em diante faz parte da geração Y, e vem se mostrando mais eficiente quando o assunto é liderar, ultrapassando os chefes tradicionais da era baby boomer — nascida entre a década de 40 até final de 60 —, e até mesmo a geração X — formada pelos nascimentos de 70 até o início dos anos 80.

Criada recentemente, a geração Z, ou Millennials, contempla os que nasceram a partir de 1995, e já sai do berço com uma expectativa tremenda — já que são caracterizados como os primeiros a crescer pajeados pela internet.

TIMELINE DA LIDERANÇA JOVEM

A pouca idade não é empecilho para assumir grandes posições, porque a vantagem da liderança jovial está na energia que empenha visando desenvolver o máximo de potencial em qualquer posição e na sede de ver os projetos acontecendo, o que os difere dos líderes mais velhos.

Na verdade, a posição de gestor independe da idade, e está diretamente relacionada à responsabilidade e ética atribuídas ao funcionário. Portanto, todos possuem capacidades para serem chefes, desde que desenvolvam a liderança e estimulem a equipe a efetivar os resultados solicitados, afinal, liderar pessoas também significa influenciá-las.

Esse também é um ponto a favor da geração Y, pois os chefes inacessíveis das outras gerações foram superados por maneiras mais inventivas e eficazes de persuasão.

CARTAS NA MANGA

Governar com mão de ferro também ficou no passado. O chefe intransigente e inflexível é sinônimo de descontentamento em qualquer ambiente de trabalho. A distância, antes necessária para diferenciá-lo dos demais, configura uma alternativa ineficaz que compromete diretamente a identificação necessária para o trabalho em grupo.

Por isso, a nova gestão de pessoas busca a interação e proximidade, estabelecendo vínculos e transparecendo uma postura mais maleável para que, ao conquistar uma boa imagem, possa cobrar os resultados de uma forma parceira e profissional ao mesmo tempo.

Isso porque ser um bom líder se tornou sinônimo de reconhecer talentos, além de sempre incentivar o crescimento das pessoas como combustível para a conquista das promoções e metas na carreira.

TEMPO DE CASA

Ter muito tempo de firma antes era considerado um importante predicado para se destacar e crescer. Mas não é de hoje que o mercado passou a demandar exemplos de adaptações variadas, e isso inclui não se acomodar por longa data na mesma colocação.

Segundo os especialistas, o tempo de casa promove a credibilidade, mas também admite uma interpretação distorcida, se durante o longo período de permanência, não haja sinais curriculares de certificações ou reciclagem profissional.

Neste quesito, ponto para esta nova geração que só costuma ficar, no máximo, 18 meses aproximadamente, no mesmo cargo, conforme apontam as pesquisas.

ANSIEDADE PERIGOSA

Um pouquinho de ansiedade pode manter as pessoas mais ativas e dinâmicas. Porém, uma das propriedades que impactam negativamente o perfil dos novos líderes é, sem dúvida alguma, a ansiedade exacerbada.

A intenção de que tudo ocorra depressa demais, normal da idade, somada ao despreparo em saber aguardar o tempo de cada instituição, pode fazer com que a mocidade acabe metendo os pés pelas mãos.

Muitas vezes, o novato é admitido já com um turbilhão de ideias efervescendo, mas esquece-se de que precisa respeitar as políticas da empresa, bem como a hierarquia da mesma, e até alguns processos morosos internos para fazer com que sua proposta seja, de fato, aprovada, e possa finalmente sair do papel.

Desta forma, caso não haja experiência o suficiente, serenidade ou paciência para evitar que o cartucho seja queimado antes da hora, o melhor a fazer é não promover ou contratar o candidato ansioso que pleiteia a vaga.

Inclusive, as organizações muito tradicionais e burocráticas podem sinalizar uma desmotivação para este perfil que almeja ser reconhecido em uma velocidade maior e, geralmente, não teme o desemprego.

EMPRESAS QUE COMBINAM COM A GERAÇÃO Y

Por falar em companhias tradicionais, outro fator importante a ser levado em conta é que, geralmente, os jovens responsáveis por administrar um conjunto de pessoas encontram a maior parte das oportunidades de trabalho em estabelecimentos também mais novos, que acreditam no papel empreendedor da juventude, e dispensam as regras convencionais das grandes corporações.

Desta forma, a desempenho da geração Y será melhor exercido, caso o contratante ofereça maior liberdade, identifique e valorize o estilo de vida do seu time: normalmente solteiros, que gostam de viajar, internacionalmente e eventualmente podem precisar alterar as férias para um intercâmbio imperdível. Costumam produzir melhor, através de uma carga horária flexível, de preferência num ambiente despojado; típico das agências de publicidade, notícias, startups ou microempresas.

ABAIXO A ESTAGNAÇÃO

Outra característica da geração Y ou Z, é que não buscam necessariamente, a estabilidade na empresa ou permanecer no mesmo cargo por longos anos. Pelo contrário. É muito comum observar, na trajetória profissional destes jovens, uma grande variedade de empregos. Sinônimo da coragem de buscar sempre novos desafios quando aquela função, por algum motivo, deixou de motivá-los.

Agora que você acabou de entender alguns atributos fundamentais da liderança jovem, leia o artigo Como ser um bom líder: aprenda a evoluir como gestor, para que o potencial do seu time adquira ainda mais espaço, confiabilidade e valorização.

 

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A liderança pelo exemplo

Ainda que seja difícil obter o apoio da alta direção da organização, é fundamental mover esforços na conquista desse engajamento. São os executivos que devem “tomar a rédeas” da transformação pela mudança de suas próprias atitudes e assim inspirar os times.

A gestão de pessoas, assunto muito estudado nos dias de hoje, também é considerado uma grande barreira. Consiste no trabalho mais difícil e complexo de se realizar nesse processo. É consenso que as pessoas representam uma grande fonte de problemas. Diante desse contexto, deve-se sobressair a figura dolíder agregador e conciliador, capaz de motivar e inspirar seus liderados, sendo construtor de equipes homogêneas, com um objetivo comum bem definido.

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